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ONU apela ao fim das gravatas em nome do ambiente Agosto 11, 2008

Posted by Vasco in Ambiente, Curiosidades.
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«Fim às gravatas». O apelo é das Nações Unidas, tudo em nome do ambiente.

No início deste mês, o secretário-geral da organização, Ban Ki-moon, lançou a «Cool UN», um apelo a quem visita as instalações das Nações Unidas para que não use gravata, de forma a permitir reduzir o uso do ar condicionado, e aumentar a temperatura das salas em dois graus.

O traje informal, sem grava nem casaco, permitirá poupar qualquer coisa como cem mil dólares (66 mil euros) num mês e evitar a emissão de 300 toneladas de dióxido de carbono. Em termos anuais, a poupança deverá rondar um milhão de euros (665 mil euros) e obrigará a que no Inverno as salas fiquem mais frias, forçando os funcionários a recorrerem a roupas mais quentes.

O apelo foi ouvido um pouco por todo o Mundo. Na vizinha Espanha, por exemplo, o Governo apresentou já um Plano de Eficiência Energética. Entre as medidas está o aumento da temperatura dentro do Parlamento e outros edifícios públicos climatizados para 26 graus, obrigando a vestuário mais fresco. No Japão, os fatos deram lugar às camisas e t-shirts de manga curta. A temperatura dentro das empresas e edifícios públicos é de 28 graus.

Em Portugal, não há notícia de que o Plano de Eficiência Energética lançado pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, inclua qualquer indicação no sentido de tornar o vestuário dos membros do Executivo mais informal e fresco.

Agência Financeira

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Comissão Europeia lança galardão «Capital Verde» Maio 23, 2008

Posted by Vasco in Ambiente.
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A Comissão Europeia vai atribuir anualmente a partir de 2010 o prémio «Capital Verde» a uma cidade da Europa que se destaque pela sua qualidade de vida em termos ambientais, foi hoje anunciado em Bruxelas.
As candidaturas serão avaliadas com base em dez critérios ambientais, que incluem as alterações climáticas, os transportes, o ar, os resíduos e a água.

A data-limite para o envio das candidaturas ao título tanto para 2010 como para 2011 é 1 de Outubro próximo e o júri fará a sua escolha ainda antes este ano.

O prémio será atribuído a uma cidade que apresente um historial consistente de respeito por padrões ambientais elevados, que esteja permanentemente empenhada em pôr em prática medidas ambiciosas, que aposte na melhoria do ambiente e no desenvolvimento sustentável e que possa servir de modelo inspirador para outras cidades e promotor das melhores práticas em todas as demais cidades europeias.

As candidaturas para o prémio de 2010 e 2011 poderão ser apresentadas através da Internet, pelo endereço http://www.europeangreencapital.eu/ e podem candidatar-se todas as cidades europeias com mais de 200.000 habitantes.

Diário Digital

Estudo: Portugal é o país da UE onde menos se anda a pé Março 5, 2008

Posted by Vasco in Ambiente, Curiosidades.
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Portugal é o país da Europa onde menos se anda a pé, percorrendo cada português, em média, por ano, 342 quilómetros, segundo um estudo da Agência Europeia do Ambiente, citado pela organização ambientalista portuguesa Quercus.

«Portugal apresenta o quinto pior resultado da Europa dos 27 no que diz respeito ao aumento das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) associadas ao sector do transporte, com um aumento de 96 por cento (entre 1990 e 2005), só ultrapassado por países como a República Checa, Chipre, Irlanda e Luxemburgo», adianta a Quercus, citando o mesmo relatório.

Os luxemburgueses são quem mais anda a pé (457km), sendo que os europeus, em média, andam 382 quilómetros por ano.

«Quanto ao uso da bicicleta, Portugal ocupa o terceiro pior lugar com uma média baixíssima de apenas 29 quilómetros por pessoa/ano, ao passo que nos países que apresentam melhores resultados neste indicador, os seus cidadãos usam a bicicleta para percorrer, em média, 936 quilómetros (Dinamarca) ou 848 quilómetros (Holanda). A média comunitária é de 188 quilómetros por pessoa/ano», refere a organização ambientalista.

Diário Digital

Cientistas listam as nove regiões mais sensíveis ao sobre-aquecimento do planeta Fevereiro 6, 2008

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Um estudo publicado ontem na revista “Proceedings of the National Academy of Science” (PNAS) lista as nove regiões do planeta que, ainda este século, serão palco de alterações bruscas devido ao sobre-aquecimento do planeta. Entre elas estão as monções na Índia e o declínio da floresta da Amazónia.

Os cientistas, coordenados por Tim Lenton, da Universidade de East Anglia, alertam que pequenas actividades humanas podem alterar, de forma ampla e duradoura, alguns dos componentes mais importantes do sistema climático do planeta. Os investigadores chamam “tipping elements” a nove desses componentes que estão em risco de ultrapassar uma fronteira crítica.

Os nove elementos são o degelo do Ártico (processo que se estima estar concluído dentro de dez anos), recuo da camada de gelo na Gronelândia (em 300 anos), o colapso da plataforma gelada do Oeste da Antárctida (300 anos), colapso da corrente oceânica global conhecida como termoalina (100 anos), aumento da oscilação do fenómeno El Niño no Pacífico (100 anos), colapso das monções na Índia (um ano), interrupção das monções na região ocidental de África (dez anos), desaparecimento da floresta da Amazónia (50 anos) e o desaparecimento da floresta boreal (50 anos).

Público

Portugal em 18º lugar em termos de performance ambiental Janeiro 25, 2008

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Portugal ocupa o 18º lugar em termos de performance ambiental, entre 149 países a nível mundial, de acordo com o Environmental Performance Index (EPI) 2008 divulgado, em Davos, pelo World Economic Fórum.

O primeiro lugar deste ranking é ocupado pela Suíça, seguindo-se a Suécia, a Noruega, a Finlândia e a Costa Rica.

Os Estados Unidos ocupam a 39ª posição e a China a 105ª posição.

O EPI 2008, produzido por uma equipa de especialistas das universidades de Yale e de Columbia, avalia a qualidade ambiental e a vitalidade do ecossistema em cada país utilizando 25 indicadores distribuídos por seis.

Em termos de classificação, Portugal posiciona-se acima da média europeia em cinco das seis categorias analisadas, nomeadamente, na qualidade ambiental, poluição do ar, água, recursos naturais e alterações climáticas.

Apenas na categoria de biodiversidade e habitat, Portugal ocupa, com o 13º lugar, uma posição média a nível europeu.

Diário Digital