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Boom Festival 2008 exibe 27 filmes independentes Julho 17, 2008

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O «Paradigms Film Festival» decorrerá dentro do Boom Festival 2008, exibindo 27 filmes independentes entre 11 e 18 de Agosto, em Idanha-a-Nova.

É um festival dentro de um festival. O Festival de cinema explorará temas como a globalização, a evolução cultural, a consciência ambiental, a espiritualidade, o activismo e o futuro (in)sustentável.

O cartaz do «Paradigms Film Festival» incluirá longas-metragens, documentários, curtas-metragens, web flicks e apresentações de «vídeoarte».

O «Boom Festival» tem vindo a primar pela alternativa ao mainstream na sua oferta cultural. A presença do cinema no Boom partiu do objectivo de oferecer visibilidade à produção cinematográfica que se assume distinta do entretenimento de massas.

Os visitantes terão ocasião de visionar, entre outros, «Zeitgeist» (Peter Joseph), «We feed the world» (Erwin Wagenhofer e Helmut Grasser), «The buckminster fuller challenge 2008» (João Amorim), «Baraka» (Ron Fricke/Madgison Films) ou «1 giant leap: what about me» (Duncan Bridgeman e Jamie Catto).

Diário Digital

Link: Boom Festival

EUA: «O Padrinho» e «O Feiticeiro de Oz» eleitos os melhores Junho 20, 2008

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«O Padrinho», «O Feiticeiro de Oz«, «2001, Odisseia no Espaço» e «Luzes na Cidade« foram eleitos pelo Instituto do Cinema dos Estados Unidos (AFI) entre os melhores da história do cinema norte-americano.

O instituto divulgou esta semana aqueles que considera serem os melhores filmes da produção norte-ameicana do século XX, repartindo-os por diferentes géneros, da comédia romântica à ficção científica, do épico ao western.

Na animação, a lista é encabeçada pelo clássico «Branca de Neve e os sete anões», de 1938, realizado por David Hand e Perce Pearce, à frente de outros filmes emblemáticos como «Pinóquio», «Bambi» e «À procura de Nemo».

As listas têm sempre um valor relativo, mas confirmam as escolhas de diferentes gerações de críticos de cinema.

O realizador Alfred Hitchcock, mestre do suspense e mistério, é o mais citado nesta categoria com os filmes «A mulher que viveu duas vezes», que aparece em primeiro lugar, «A janela indiscreta», «Intriga internacional» e «Chamada para a morte».

«O Feiticeiro de Oz», de Victor Fleming, lidera na fantasia, «2001, odisseia no espaço», de Stanley Kubrick, venceu em ficção científica e «Luzes na cidade», de Charles Caplin, na comédia romântica.

«A desaparecida», de John Ford (western), «Touro enraivecido», de Martin Scorsese (desporto), «O Padrinho», de Francis Ford Coppola (gangster), «Lawrence da Arábia», de David Lean (épico), e «Na sombra e no silêncio», de Robert Mulligan (drama), completam os vencedores nas dez diferentes categorias.

A par dos clássicos mais antigos, as diferentes listas incluem também produções mais recentes, como «Pulp Fiction», «O Senhor dos Anéis», «Titanic» e «O resgate do soldado Ryan».

Diário Digital

Cannes: Francês «Entre Les Murs» vence Palma de Ouro Maio 26, 2008

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O filme francês «Entre Les Murs», de Laurent Cantet, venceu este domingo a Palma de Ouro para Melhor Filme, no encerramento da 61ª edição do Festival de Cinema de Cannes.

A longa-metragem destacou-se entre as 20 obras a concurso, entre elas esteve «Blindness», baseado no livro de José Saramago, assim como «The Exchange», do realizador Clint Eastwood, e «Two Lovers», de James Gray.

A brasileira Sandra Corveloni ganhou o galardão Melhor Actriz, pelo seu papel em «Linha de Passe», de Walter Salles e Daniela Thomas. E o italiano Benicio del Toro destacou como Melhor Actor ao interpretar «Che» no filme sobre a revolucionário argentino.

«Il Divo» foi distinguido com o Grande Prémio Especial do Júri, presidido pelo actor Sean Penn, conhecido pelo seu posicionamento político, contrário à guerra e ao governo de George W. Bush.

Diário Digital

Site Oficial

Cannes: Manoel de Oliveira sensibilizado com Palma de Ouro Maio 20, 2008

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O realizador português Manoel de Oliveira manifestou-se hoje «muito sensibilizado por finalmente ter recebido a Palma de Ouro» no Festival Internacional de Cinema de Cannes, onde foi homenageado.

A organização do festival prestou hoje um tributo ao realizador português atribuíndo-lhe a Palma de Ouro pela carreira, associando-se também aos cem anos que Manoel de Oliveira celebrará em Dezembro.

«Ao longo de um século eu cresci com o cinema e hoje eu sei que foi o cinema que me fez crescer. Viva o cinema!», exclamou Manoel de Oliveira no Grand Théâtre Lumière, onde foi longamente aplaudido.

Manoel de Oliveira recebeu o prémio das mãos do actor francês Michel Piccoli, numa cerimónia onde marcaram presença o júri de Cannes, o realizador norte-americano Clint Eastwood e o presidente da Cinemateca Portuguesa, João Bénard da Costa.

«Esta foi a melhor forma de receber este prémio», disse Manoel de Oliveira emocionado, sublinhando que não gostaria de ser distinguido em competição com os seus colegas realizadores.

Na assistência estiveram ainda Christine Albanel, ministra da Cultura de França, e José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia.

http://www.festival-cannes.fr/en/article/56105.html

“Este País não é para Velhos”, dos irmãos Coen, vence Óscar de melhor filme Fevereiro 25, 2008

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O filme “Este País não é para Velhos”, de Ethan e Joel Coen, conquistou o Óscar de melhor filme na 80.ª cerimónia de entrega das estatuetas que teve lugar ontem à noite (madrugada em Portugal), no Kodak Theatre de Hollywood. Os irmãos Coen venceram igualmente o Óscar de melhor realização pela mesma película.

“Este País não é para Velhos”, a adaptação de um romance de Cormac McCarthy que conta a história de um negócio de droga que dá para o torto, no sul do Texas, venceu ainda a estatueta dourada para melhor guião adaptado e o espanhol Javier Bardem levou ainda para casa, pelo mesmo filme – no qual desempenha o papel de um psicopata de poucas falas – o Óscar de melhor actor secundário.

“Este País não é para Velhos” arrebata assim quatro estatuetas e é exibido hoje, em ante-estreia, no Fantasporto.

Ao aceitar o prémio, Joel Coen falou de como ele e o irmão, Ethan, fazem filmes desde crianças. “Honestamente, aquilo que fazemos agora não me parece muito diferente do que fazíamos nessa altura”, gracejou Joel.

O prémio de melhor actor foi arrebatado pelo britânico Daniel Day-Lewis (“Haverá Sangue”) e o de melhor actriz por Marion Cotillard (“La Vie en Rose”), a primeira francesa a ganhar um Óscar desde que Simone Signoret levou uma estatueta para casa, em 1960.

O Óscar de melhor actriz secundária foi entregue à também britânica Tilda Swinton (“Michael Clayton – Uma questão de consciência”).

Desde 1964 que os quatro principais prémios de interpretação não iam para as mãos de actores e actrizes não-americanos.

O filme austríaco sobre o drama do Holocausto “Die Fälscher” (“Os Falsificadores”) venceu o Óscar de melhor filme em língua estrangeira. Dirigido por Stefan Ruzowitzky, o filme deu à Áustria o primeiro Óscar da sua história nesta categoria.

Como era de esperar, “Ratatui”, da Disney, venceu o Óscar de melhor filme de animação.

“Expiação”, um dos grandes favoritos da noite, acabou por ser o maior derrotado da cerimónia, levando apenas o Óscar de melhor banda sonora original, da autoria de Dario Marianelli. A melhor canção original escolhida pela Academia foi Falling Slowly, do filme “Once”.

Público

Oscar.com

«Tropa de Elite» vence Festival de Berlim Fevereiro 18, 2008

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«Tropa de Elite», o polémico filme de José Padilha sobre a violência policial no Rio de Janeiro, arrecadou hoje o Urso de Ouro, o mais alto galardão do Festival de Cinema de Berlim.

Apesar de não se tratar de um documentário, «Tropa de Elite» retrata as histórias verídicas de 12 antigos oficiais daquela unidade paramilitar cuja insígnia – uma caveira atravessada por um punhal – e indumentária negra causa terror aos habitantes das favelas cariocas.

No ano passado vários oficiais do Batalhão de Polícia de Operações Especiais do Rio tentaram fazer com que o filme de José Padilha, sobre a actuação daquela unidade, fosse impedido de passar nos cinemas. Organizações dos Direitos Humanos afirmam que os membros da unidade, especialmente destinada ao combate aos gangs armados que dominam o tráfico de droga, costumam disparar indiscriminadamente. «O filme ganhou grande notoriedade no Brasil e este prémio dá-nos força para seguir em frente», declarou o produtor Marcos Prado enquanto recebia, ao lado de José Padilha, a estatueta dourada do Urso de Ouro, do Melhor Filme.

O grande prémio do júri do festival, um urso de prata, foi para «Standart Operating Procedure», do já oscarizado realizador norte-americano Errol Morris. «Standard Operating Procedure» é um documentário sobre o escândalo de Abu Ghraib, no qual soldados norte-americanos torturaram prisioneiros nas instalações da prisão iraquiana. Morris passou quase dois anos a fazer entrevistas a soldados envolvidos no escândalo, que foi revelado com a publicação de fotos tiradas por alguns militares, e combinou esses excertos com cenas reconstituídas.

Paul Thomas Anderson foi escolhido como Melhor Realizador pelo filme «Haverá Sangue», protagonizado por Daniel Day-Lewis. O actor interpreta um obcecado prospector de petróleo da viragem do século passado. O filme tem sido apontado por muitos críticos como favorito a ganhar os óscares mais apetecidos, melhor filme, melhor realizador e melhor actor. Anderson, que ganhou o Urso de Ouro em 2000 com o filme «Magnólia», considerou Day-Lewis um «magnífico actor que torna qualquer realizador um bom realizador».



Diário Digital

Festival de Sundance premeia cinema com temas políticos Janeiro 29, 2008

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O filme de suspense dedicado à luta de duas mulheres que fazem entrar imigrantes ilegais nos Estados Unidos, “Frozen River“, ganhou o Grande Prémio do Júri do Festival de Sundance na noite de sábado. O mesmo prémio, mas para documentários, foi entregue a “Trouble the Water“, que conta a história da sobrevivência após o furacão Katrina.

Os prémios principais do festival organizado por Robert Redford e Geoff Gilmore guinaram à esquerda e versam sobre temas políticos queridos à comunidade artística norte-americana, indo da causa ambiental à imigração ilegal. Sobre “Frozen River”, realizado por Courtney Hunt, Quentin Tarantino, um dos membros do júri na categoria dramática, disse que é “um dos “thrillers” mais excitantes” que vai ver este ano. O filme foi comprado no festival pela Sony Pictures Classics.

Já “Trouble the Water”, de Tia Lessin e Carl Deal, é “um filme sobre sobrevivência e esperança”, segundo Lessin, que começa com imagens captadas por uma habitante de Nova Orleães, Kim Roberts, durante a passagem do Katrina e que espelha a falta de apoio do governo de George W. Bush aos sobreviventes do furacão.

Os prémios do público foram atribuídos a, na categoria dramática, “The Wackness”, de Jonathan Levine, uma comédia dramática invulgar sobre um adolescente que trafica droga e que acaba por se apaixonar pela filha do seu psiquiatra (Ben Kingsley), e, na categoria documental, a “Fields of Fuel”, em que Josh Tickell narra a demanda de um homem que quer libertar os Estados Unidos da sua dependência petrolífera e contribuir para salvar o planeta.

Público

«Haverá Sangue» com oito nomeações na disputa dos Óscares Janeiro 22, 2008

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Os filmes «Este país não é para velhos» e «Haverá Sangue» são os principais rivais, com oito nomeações cada, na disputa dos Óscares, anunciou hoje a Academia norte-americana de Artes e Ciências Cinematográficas.

Entre as nomeações que os dois filmes recolheram contam-se melhor realização, melhor filme e melhor interpretação.

Para melhor director estão nomeados Paul Thomas Anderson («Haverá Sangue»), Ethan e Joel Coen («Este país não é para velhos»), Tony Gilroy («Michael Clayton»), Jason Reitman («Juno») e Julian Schnabel («O escafandro e a borboleta»).

A 80ª edição dos Óscares está marcada para 24 de Fevereiro no Kodak Theatre, em Los Angeles e será conduzida pelo comediante Jon Stewart.

«Expiação» vence Globo de Ouro para Melhor Filme Janeiro 14, 2008

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O filme britânico «Expiação», de Joe Wright, venceu na noite de domingo o Globo de Ouro para Melhor Filme Dramático. Daniel Day-Lewis recebeu o galardão para Melhor Actor Dramático, pela sua interpretação em «Haverá Sangue», e Julie Christie foi eleita a Melhor Actriz Dramática, por «Longe Dela».

A tradicional cerimónia de gala foi substituída por uma vulgar conferência de imprensa, devido à greve dos argumentistas, nos EUA. As estrelas de Hollywood foram substituídas pelos jornalistas, que anunciaram a lista de vencedores da 65ª edição dos Globos de Ouro.

O cineasta Julian Schnabel venceu o prémio para Melhor Realizador pelo seu trabalho em «O Escafandro e a Borboleta», que foi eleito o Melhor Filme em Língua Estrangeira. «Sweeney Todd», de Tim Burton, foi o grande vencedor no género musical, dando também o prémio de Melhor Actor ao protagonista, Johnny Depp.

Na categoria de Melhor Actriz de Musical ou Comédia, Marion Cotillard foi a distinguida, após ter interpretado Edith Piaf em «La Vie en Rose». Cate Blanchett recebeu o globo de Ouro para Melhor Actriz Secundária, em «I´m Not There», e Javier Bardem para Melhor Actor Secundário, em «Este País Não é Para Velhos».

O filme, escrito pelos irmãos Coen, venceu também o prémio para Melhor Argumento Original. «Ratatui» foi considerado o Melhor Filme de Animação e «Expiação» obteve o Globo de Ouro para Melhor Banda Sonora. «Guaranteed», com letra e música de Eddie Vedder, dos Pearl Jam, venceu na categoria de Melhor Canção.

No sector da televisão, o destaque foi para «Mad Men», na categoria de Melhor Série Dramática, Glenn Close, que venceu o prémio de Melhor Actriz, por «Damages», e Jon Hamm, Melhor Actor em «Mad Men».

Diário Digital

Golden Globes